terça-feira, 9 de junho de 2009

ele, sempre ele!

"Posso dizer que desta vez não foi erro meu. Sou o primeiro a admitir quando erro. Soltei a embreagem, e o carro não andou" Rubens Barrichello, sobre o acontecido na Turquia.

Então da primeira vez na Austrália foi? Mas você havia dito que não era culpa sua! =D

update: "Pode ter sido um erro de piloto, ou pode ser o fato de que a otimização que o piloto está procurando é muito estreita, é muito difícil de encontrar. O que eles fazem: mantêm os giros e soltam a embreagem de maneira progressiva, e precisam ter o pedal certo acionado, e isso é complicado." Ross Brawn, chefe da Brawn GP

Sabem qual o pedal não é ? o da embreagem =D
Cansei do rubinho.

domingo, 7 de junho de 2009

rapidinhas de domingo

. Que jogaço o de ontem. A seleção pela primeira vez apareceu como uma seleção em muito tempo. Daniel Alves e o inominável Júlio César (de que planeta ele veio?) mandaram no jogo.

. O que me deixa muito puto. Primeiro, porque creio que é um evento isolado (vamos subir novamente no salto alto). Segundo, porque não é mérito do treinador. Quem jogou, jogou o futebol simples, quase sem treino: toques rápidos, bola enfiada no centro avante, contra-ataque, etc. E essa seleção é muito feia (elano e gilberto silva ?!) e este técnico é um sem vergonha. Fico puto porque ele está com pinta de sortudo: iremos à Copa, se brincar, com ele, para perdermos mais uma...

. Mas e o Rubinho? Quando ele vai assumir que é um roda dura? O equipamento que salvou a pele dele (porque se não existisse, o carro do barrichello teria morrido na largada chama-se "anti-stall": pois deveria ser renomeado pra "pró-barrichello"!! Sem ele, só vergonha pro rubinho (imaginem o cara apagar o motor na largada? coisa feia....)

. O pior é o Burti explicando pra que serve: "olha, esse equipamento previne que o carro morra em uma largada mal feita: ele joga a marcha para o ponto morto", no exato momento que a câmera on-board mostra o desespero do barrichello tentando engatar a primeira marcha. A saída rápida do cléber machado? "Então é problema mecanico do carro né Burti?" O Burti: "An... é" . Convenhamos, o rubinho nunca soube largar com dignidade.

. E não só isso: rodou trombando roda com roda ao tentar ultrapassar o kovaleinen (por dentro, numa impossibilidade física claríssima)

. Mas não satisfeito, ele ainda arrebenta a asa dianteira ao trombar com o Sutil (que apesar do nome português, é alemão: alguem se lembra do Vagaroso? heheh)

. Resumindo, esse rubinho...




Mas e ae rubinho, o que você acha da minha humilde opinião? ;D

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Tristes tempos

Recebi uma newsletter do CRBio hoje. Dentre algumas informações, constava de um blog que a geneticista Mayana Zatz assina no site da Veja (blargh). Fui lá dar uma conferida, ver o que uma de nossas melhores mentes científicas anda fazendo.

Como uma última postagem, ela coloca uma questão interessante sobre ética e genética. Transcrevo literalmente:
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Ao escrever, há duas semanas, sobre hemofilia, me lembrei de um caso que vivi na Holanda: um diagnóstico pré-natal (DPN) que envolvia um grande dilema ético sobre hemofilia. Uma situação muito difícil e polêmica.

Ingrid (nome fictício), uma advogada muito bem informada, procurou o serviço de diagnóstico pré-natal, na Universidade de Leiden, na Holanda. Estava no início da gravidez e como seu pai tinha hemofilia, ela sabia que era portadora assintomática do gene causador da doença. Seu bebê, portanto, tinha 50% de chance de ser um descendente de sexo masculino afetado.

Ela contou que era muito ligada ao pai e sofria toda vez que o via com hemorragias ou com complicações relacionadas à hemofilia. Estava disposta a evitar o nascimento de um filho com o mesmo problema e queria fazer o diagnóstico pré-natal. Na Holanda, como em todos os países da Europa, a interrupção da gestação em caso de doenças genéticas é permitida desde que o casal assim o queira.

Ingrid foi informada de que seria possível, através do exame de DNA, saber se o feto era do sexo masculino. Em caso positivo, se ele havia ou não herdado a mutação que causa a hemofilia de seu avô materno. Entretanto, para poder fazer esse diagnóstico seria necessário coletar não só o sangue de Ingrid, mas também de seus pais. "Isso não será problema", retrucou ela. "Somos uma família muito unida. Meus pais ficarão felizes em colaborar." E de fato, no dia seguinte lá estavam os três para realizar o exame.

Qual foi a surpresa?

Ao fazer a análise do gene da hemofilia, descobriu-se inesperadamente que o senhor hemofílico não era o pai de Ingrid. Por um lado, era uma excelente notícia. Isso significava que Ingrid não era portadora do gene que causa hemofilia. Não tinha risco de ter descendentes afetados. A questão ética era: como transmitir essa notícia?

Contar ou não contar?

Esse era o grande dilema ético da equipe médica envolvida no caso. Ingrid não havia procurado o hospital para um teste de paternidade. Ela gostava muito do suposto pai e nem desconfiava da situação. Contar a verdade poderia desestruturar uma família aparentemente unida. Não contar, implicava em ter que fazer os exames - que não deixam de ser invasivos.

O que você faria, se estivesse na situação do geneticista responsável? Contaria o resultado do teste de paternidade ou - para proteger a família - faria o exame do feto, mesmo sabendo que era desnecessário?

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A situação se revela como uma prévia dos problemas vindouros de nosso tempo: os conflitos que, se existirem, serão cada vez mais fortes, no choque entre ética, ciência e o ser humano. Tentei fazer um comentário no blog, mas o computador aqui não abria o captcha, então deixei de lado.

Ocorre que a qualidade dos comentários de pretensos "cientistas", "biólogos", "psicólogos" é absurdamente rasteira e baixa. Revoltado com esta unilateralidade, desenvolvo aqui meu argumento (já encaminhado devidamente ao email da Mayana). Escrevi estas linhas para o comentário:
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Diametralmente oposto a nosso colega Hugo (e todos os outros), penso que em todos os aspectos (éticos, biológicos e legais) o teste deveria ser feito, cujo resultado daria evidentemente negativo, informando à Ingrid que seu filho ou filha são saudáveis e não portadores no caso de filha.

Isto porque a mãe, na hipótese de ser portadora silenciosa, poderia ainda assim ter filhos saudáveis de ambos os sexos pereitamente. Saudáveis plenos. Há esta possibilidade, já que a hemofilia é uma doença recessiva ligada ao cromossomo X: no caso de um cruzamento mãe portadora e pai normal (como no caso), uma criança (qualquer sexo) tem 50% de ter a doença (ou portá-la, no caso de uma filha) ou não (ser absolutamente saudável).

Deste modo, preserva-se a família (e as "gerações") tendo como justificativa a possibilidade do gene para a hemofilia se perder durante o tempo.

Ainda que invasivo, o exame é considerado prática normal, sem mais complicações esperadas.

Cabe perguntar se não haveria, em uma defesa radical da não realização do exame (por ser 'desnecessário') o fator econômico: custos de insumos e tempo. A quem interessa esta defesa?

Agora, com a devida licença, gostaria de discutir um pequeno ponto da argumentação de nosso colega Acácio: 'A estrutura biológica não é determinante para o reconhecimento do ser pai, mas o afeto e atenção.'

Sinto meu caro Hugo, mas seu vocabulário extremamente biológico, reducionista e simplório o impedem de enxergar plenamente a questão: o afeto a que você se refere está intimamente ligado à história da família, à linguagem entre os familiares, à vida entre o pai e mãe e sua filha, à infância e criação da criança.

O afeto não é uma categoria imaginária, uma entidade metafísica, destituída de origem, isolada da realidade.

Revelar uma "verdade" desta pode destruir a família. Estamos tratando de pessoas, com histórias, vidas, amores, segredos, desejos e realidade, como todos nós. Não questões de prova ou experimentos científicos.

Esta é minha humilde opinião.


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A questão, embora complexa, é realisticamente simples. Muitos dos que comentam, desconhecem o fato (pois não está explícito no texto) de que Ingrid pode sim ter filhos sadios não portadores, de ambos os sexos, na hipótes dela ser filha biológica de seu pai e portanto portadora. A explicação lógica (e muito simples) seria que, 'por sorte', o gene da hemofilia se perdera entre as gerações.

Aqui reside, em grande parte, o poder da ciência: exímia produtora/portadora de fatos, que podem se tornar verdades úteis. Poder que fascina e que enaltece, distingue o cientista (aparentemente isolado) do contexto mundano, da realidade crua e caótica, dos que não portam fatos.

Neste caso, há a possibilidade de 'mentir', ou melhor, omitir um dado (e não uma 'verdade') que não prejudica a família passada nem a vindoura, a meu ver preservando os pais e tudo o mais. Não conhecemos a história da família de Ingrid e os porquês.

Grande parte dos que comentam, arautos da verdade suprema, alheios à realidade, os desenlaçados da empatia, prefere, infelizmente, dizer uma verdade, não percebendo que com seus argumentos científicos, proferem, na verdade, julgamentos morais.

Stand up do sem graça

El Niño pode se desenvolver dentro de semanas

CINGAPURA - O padrão climático El Niño, que provoca estiagem e enchentes, poderá se desenvolver dentro de semanas, informou o Centro de Previsão Climática nos Estados Unidos.

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Com esta passagem de anos, ele, revoltado que só, quer ser chamado de "El adolescente"

(splash!)

yo ho ho e uma garrafa de rum!

Senado tinha servidor com 80 GB de músicas, filmes e jogos

Enquanto o projeto de lei do senador Eduardo Azeredo (PSDB) causa polêmica com sua tentativa de controlar a internet no Brasil, servidores do Senado disponibilizavam livremente, até o início desta semana, uma "extensa lista de filmes, músicas e jogos eletrônicos".

A primeira (pasta) dava acesso a 6,4 GB de músicas de artistas dos mais variados estilos musicais, como Nelly Furtado, Megadeth, Pink Floyd, Rogério Skylab e Beto Barbosa.

Em entrevista ao Congresso em Foco, o diretor-adjunto do Prodasen, Deomar Rosado, disse o caso será investigado uma vez que "bens públicos foram usados de forma indevida".

- Uma rede com mais de dez mil usuários não é fácil (de controlar).


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Agora, imaginem controlar uma internet inteira?
É impossível. De todos as maneiras.
A não ser que destruam todos os servidores do mundo e voltemos às cartas e jornais de papel.

O que eles não conseguem perceber, ou inutilmente fazem força para não crer, agarrando-se às tentativas desesperadas é que o que ocorre não está mais sob controle. De ninguém (tá, talvez o google). A internet assume-se como um organismo amorfo e imensurável, e suas implicações e seu impacto não foram e não são (e cogito ainda que não serão) passíveis de entendimento pelo intelecto humano, pela sociedade que a criou.

O que nos remete à muitas obras geniais como o romance 1984 de Orwell, 2001 uma Odisséia no Espaço do Kubrick, os contos de Isaac Asimov ou o livro Neuromancer de Willian Gibson. Muitas distópicas, o futuro pode ser um amálgama destas visões sombrias de nossos irmãos geniais.

Estamos, anos-luz, da utopia de Star Trek (pra mim, disparado o melhor filme de entretenimento do ano).

quinta-feira, 4 de junho de 2009

O famoso 'seis por meia dúzia'

Um pênalti claro não marcado.
Uma chance de ouro de marcar um gol que o atacante Elton, ao invés de cabecear (o que era o absurdo natural/lógico/místico o raio a quatro na jogada) tenta dominar no peito na frente do goleiro.
Um time que jogou bonito, com vontade e raça.
Mas que foi prejudicado pela arbitragem e pelas mudanças do técnico.

Não entendo como precisando de marcar um gol a qualquer preço, pois o nada contaria a favor do adversário, o técnico troca o centro-avante por outro centro-avante (de qualidade inferior) e o meia armador por outro meia armador (tambem de menor qualidade)! Onde isso poderia dar certo?

O problema é simples: ou se arrisca tudo, ou não se arrisca tudo.

Medo de tudo: essa é nossa realidade, tanto futebolística quanto social.

E assim meu Vasco, que jogou lindamente, não passou às finais do Corinthians: time burocrático moderno com um contra-ataque assaz perigoso.

domingo, 31 de maio de 2009

A última chuva do verão (ou o prenúncio do fim)

Aforismos

É doloroso o processo criativo, assim como o é dolorosa a vida.

Quantos mestres já não seguimos em nossas vidas? Como é impressionante esta quantidade: calculo que poderia encher uma boa xícara das de chá. Só o fato de eu querer ter-me como mestre, ser-me um mestre: já corroeram-se a quantidade imensa de possibilidades de outras vidas que não estas! O famoso terreno do se.

A cidade é muito barulhenta para mim às vezes. Sinto falta daquele silêncio que conheci na minha infância e adolescência.

Impressionante como Portugal e todos que já conheci fazem parte de minha vida! Ah, Proust estava certo quando nos disse que “cada ser humano ocupa um papel mínimo no espaço e no tempo, mas que nós estamos no topo de um prédio de memórias pessoais e coletivas que nos torna gigantes “.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

É hoje!


É hoje!
Se tudo der certo, vou comemorar até o fígado vazar haahahah!

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LONDRES. – Deixemos de lado as comparações técnicas, até porque futebol se resolve no campo. Um dos grandes duelos da final da edição de 2009 Liga dos Campeões da Uefa refere-se ao confronto de modelos de gestão: de um lado o Manchester United, ícone do corporativismo da bola e dono da marca volta e meia estimada como a mais valiosa do mundo. Do outro, o socialismo relativo de um Barcelona em que, assim como outras equipes do futebol espanhol, bilionários são mantidos à distância.


O time catalão é de propriedade coletiva dos 163 mil sócios e com diretoria eleita. A equipe do norte inglês segue o modelo liberal que desde o final da criação da Football League fez dos clubes das Ilhas Britânicas empresas privadas e submetidas à economia de mercado – não é por acaso que o Manchester hoje pertence ao magnata americano Malcolm Glazer, que comprou o clube em 2005 por meio de empréstimos a longo prazo que hoje estão na casa de US$ 1,1 bilhão.

Mas talvez a maior disparidade de filosofias esteja, literalmente, estampada: enquanto nos últimos anos o Manchester alternou uma quantidade de multinacionais em sua camisa (incluindo a seguradora AIG, falida pela crise de crédito do ano passado e que deixou o clube à procura de um susbtituto em meio a uma recessão), o Barcelona decidiu, em 2006, quebrar uma regra histórica de banir patrocinadores no manto azul-grená usando um outro tipo de entidade internacional – o Fundo das Nações Unidas para a Criança (UNICEF).

Sim, o Barcelona PAGA para ter o patrocínio, tanto por conta do milhão e meio de euros que anualmente dá à UNICEF quanto pelo cálculo de que a o clube deixou de ganhar pelo menos US$ 20 milhões por ano quando recusou ofertas de empresas de apostas para fazer a parceira com a ONU.

Retirado do Planeta que Rola


"Abaixo o capitalismo ! " Dá-le Barça =D!

domingo, 24 de maio de 2009

Mariposa

Queridos amigos

Primeiro, gostaria de pedir algumas desculpas pela ausência prolongada em minhas férias.
Nada disso foi premeditado!
Pelo contrário: ocorre que sou totalmente indisciplinado com meu tempo livre. Com tanto por poder fazer, me embaralho no meio campo.
E o sono que sempre me acompanha cobra seus juros todos os dias pela manhã, ou à tarde.

Não é descaso: é férias.
Sem vontade de pensar em nada concreto, só em abstrações.
Sem compromissos com nada:
inclusive eu mesmo!
Por isso, peço desculpas pelo caráter fantasmagórico.

Mas a verdade, é que ando um pouco desanimado com tudo.
Não sei muito bem porquê.
Percebo que vibro em um movimento pendular:
animo e desanimo.

Todas estas reportagens que li até agora só me deixam mais descrente.
Qual a razão de tudo que fazemos?
Tantas ideias e tantas angústias me rondam neste processo
quiçá criativo.

Mas não sei mesmo.
Talvez seja um momento melancolia
que me faz não querer encarar o que me dói

O fato é: tenho muito medo de perder tudo isso que construímos até hoje.
Perder em qualquer sentido.
E sofrer por antecipação
é uma de minhas características mais marcantes.

Se ainda Saramago e seu elefante me tirassem deste mar
destinado a cruzar os alpes
mas
há nevasca e borrasca.


"Fóssemos nós tão imprudentes, ou tão ousandos, como as borboletas, falenas e outras mariposas, e ao fogo nos lançaríamos, nós todos, a espécie humana em peso, talvez uma combustão assim imensa, um tal clarão, atravessando as pálpebras cerradas de Deus, o despertasse do seu letárgico sono, demasiado tarde para conhecer-nos, é certo, porém a tempo de ver o princípio do nada, agora que tínhamos desaparecido."
Saramago, O Evangelho segundo Jesus Cristo.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Vascão na semi-final da copinha

Resumo da ópera:

"Carlos Alberto fez uma falta desnecessária e levou o cartão amarelo que o tira do primeiro jogo da semifinal."

É o famoso regime 3 por 1: trabalha três e folga um.

brrr......

ta frio nessa porra.

domingo, 17 de maio de 2009

Keziah Jones



Keziah Jones - 72 Kilos - Live

Cortesia de nosso amigo Gabriel!
Sonzeira do caralho!

"72 kilos of Nigerian Weed"

quinta-feira, 14 de maio de 2009

eu sou meio esquizofrênico...

Parece me que...

após trocar as lâmpadas incandescentes
daquelas que o 'leve tremeluzir' de seus átomos
fornece uma luz amarelada quente
pelas, outrora, novíssimas fluorescentes

o mundo estaria calafetado para mim

porém...
como existem poréns...

poréns daqueles
que conseguem derrubar
todo nosso ordenamento teórico e prático

como aquelas lufadas de vento
recebidas pelo corpo
que acalento

sinto que gostaria de
continuar como o chiado
de Kind of Blue...

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Vascão 4 a 0




é de chorar =)

"são janu" tava lotado, com a torcida ensandecida gritando no primeiro gol
e que maravilha de pintura o carlos alberto fez!?!
e olha o chorus!
olha a mão boba!
e porra, dois gols de falta maravilhosos?!
o primeiro o paulo sérgio bate
e o locutor perde a voz
o segundo é a vez do nilton
e ele enfia aquele petardo?!

que timaço!

a copa do brasil tá querendo ser nossa hein
e nós estamos na segundona mermo e to pouco me fudendo!!
VASCÃO PORRA!


domingo, 10 de maio de 2009

Algumas tequilas depois... =D









É de dar dó, não é?

Mil beijos meu amor ;)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

excertos de uma tragédia quase concretizada

todos, ao som do mestre ...

Hoje você é quem manda
Falou, tá falado
Não tem discussão, não.
A minha gente hoje anda
Falando de lado e olhando pro chão.
Viu?

(...)

(Coro) Apesar de você
amanhã há de ser outro dia.
Eu pergunto a você onde vai se esconder
Da enorme euforia?
Como vai proibir
Quando o galo insistir em cantar?
Água nova brotando
E a gente se amando sem parar.

Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento
Vou cobrar com juros. Juro!
Todo esse amor reprimido,
Esse grito contido,
Esse samba no escuro.

Você que inventou a tristeza
Ora tenha a fineza
de “desinventar”.
Você vai pagar, e é dobrado,
Cada lágrima rolada
Nesse meu penar.

(Coro2) Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia.
Ainda pago pra ver
O jardim florescer
Qual você não queria.

Você vai se amargar
Vendo o dia raiar
Sem lhe pedir licença.

E eu vou morrer de rir
E esse dia há de vir
antes do que você pensa.
Apesar de você

(Coro3)Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia.
Você vai ter que ver
A manhã renascer
E esbanjar poesia.

Como vai se explicar
Vendo o céu clarear, de repente,
Impunemente?
Como vai abafar
Nosso coro a cantar,
Na sua frente.
Apesar de você

(Coro4)Apesar de você
Amanhã há de ser outro dia.
Você vai se dar mal, etc e tal,
La, laiá, la laiá, la laiá…….


teu velório tá sendo organizado...

quarta-feira, 6 de maio de 2009

27 de maio de 2009, 16:00h

Aviso à torcida blaugrane:
Repeteco de 2006 contra os ingleses já tem dia, hora e local marcado!

Tragam suas cervezas e las camisas azul-grená!

A comida é por conta do boteco!

BARÇA!

(além do portuñol macarrônico, caraca, qual o plural de azul-grená?! =D
Devidamente corrigido pelo meu padrinho Azeitona! Abs meu querido)

Leminski numa quarta

um homem com uma dor
é muito mais elegante
caminha assim de lado
como se chegando atrasado
andasse mais adiante

carrega o peso da dor
como se portasse medalhas
uma coroa um milhão de dólares
ou coisa que os valha

ópios édens analgésicos
não me toquem nessa dor
ela é tudo que me sobra
sofrer, vai ser minha última obra

rubiiiiinho

"O Rubinho Barrichello, por exemplo, tem estrela, apesar de muitos dizerem que não. O problema é que a estrela dele fica na bunda. Quando ele senta no cockpit, ela apaga."

Hortência (aquela da "sopradinha"), nova dirigente da CBB

E aí rubinho, o que você acha disso?




update 18:09
- e não é que a emenda saiu pior que o soneto?
Hortência pede desculpas a Rubens "Barrichelo" em seu blog

domingo, 3 de maio de 2009

que m....

merda
Framengo, Curinthians e o Goias ganharam.
Salve-se quem puder, a turba tá solta.