
"O Tratado de Kyoto arruinaria nossa economia, em outras palavras.
Ele disse que esperava que os líderes do G8 "deixariam pra trás" o protocolo de Kyoto e começariam a pensar em novas tecnologias"
o tracker do piratebay acaba de ser desligado da internet.
Captando um pouco o mundo ...
O maior tracker do mundo acaba de ser desligado da internet.
Isso é um puta acontecimento no mundo
E nenhum veículo de comunicação brasileiro já a deu.
A partir de hoje, fudeu =)
Imaginem: a maior censura que já aconteceu no mundo acaba de ser realizada
E ainda falavam que piores golpes eram soviéticos.
Que as revoluções inexistentes eram a francesa.
Que música boa é axé ou sertanejo.
Que Tv Globo é padrão de notícias.
Que a porra do FHC é que era presidente.
E tem uma galera louca lá fora fazendo o favor de deixar eu acessar algumas coisas boas que a internet faz pra quem gosta de música, filme, putaria, livros, informações, diversão, putaria de novo, putz caramba!
Aqui vai meu muito obrigado à todos vocês que me acompanham nessa jornadinha miserável de bela que é a vida =)
[update] 21:52 e está para ser aplicado um dos bons e novos conceitos surgidos na/da internet: Opentracker é um deles (serviço de informação jornalistica da segunda feira fria com caminhão de lixo urrando as 10 da noite na porra da sua casa!!!)
[update] 22:00 Mas a internet só existe assim por causa de putaria e pirataria o caramba...
[update] 22:03 Meus amigos, duvido que encontrei um dia tão especial quanto este dia chuvoso de agosto de 2009. O clima parece clima de novembro/dezembro, época de fim de ano em que tudo está diferente, quando dá uma invernada aqui nesse cerrado de deus...
Pra complementar, coisa mais linda que isso?
"Todo caminho da gente é resvaloso.
Mas, também, cair não prejudica demais - a gente levanta,
a gente sobe, a gente volta."
(João Guimarães Rosa)
Meus amigos.
Fui convidado para participar de uma mesa redonda que acontecerá no II Congresso de Psicologia de Goiás e Tocantins, que será realizado no Centro de Convenções aqui em Goiânia, no dia 22 de agosto, às 10h (dá num sábado).
Fiquei imensamente honrado e feliz com o convite. Quem me colocou nessa roubada, e já tinha colocado a Cristiane foi o grande Belemzeira. Porém estou bastante angustiado: o que será de tudo?
Por isso, para que eu não tenha um troço, ou melhor, para que vejam o troço que terei lá na mesa redonda, convido todos vocês a me ajudarem lá, apoiando este perdido aqui.
Acá abaixo, o convite que abro a vocês para que compareçam impreterivelmente no dia =)
Convidamos V.S.ª para participar, na qualidade de expositor, da Mesa Redonda “Suicídio assistido”, no dia 22 de agosto, das 10h às 12h.A Mesa será assim articulada:
22/08/2009 - 10h às 12h
Mesa redonda 13 – Sala 3
Eixo temático: Formação e Qualificação
Presidente: Heloiza Massanaro
Tema: Suicídio assistido
Resumo da mesa: Sobre o amor, a morte e as paixões a literatura é vasta e a arte marcada pelas experiências e reflexões do homem em sua tentativa de compreender. Sobre o morrer, o que observamos é a manifestação de medo da dor e busca de alívio para o sofrimento ou o sofrimento de existir. Vamos conversar um pouco sobre: suicídio desassistido, suicídio assistido, cuidados paliativos e políticas públicas.
Expositor 1: Luiz Alfredo Martins Lopes Baptista
Expositor 2: Edirrah Gorett Bucar
Expositor 3: Antonio (Araujo Jorge )
Aos meus queridos oito leitores:
Para mudar uma linguagem calcada nos signos da opressão, do temor e da violência, só outra que seja voltada para a descoberta do sujeito como um importante ator social, descobrindo em si mesmo a dignidade, o respeito e a capacidade de fazer algo bom. Essa é a nova proposta educativa inserida nos centros de recuperação de adolescentes infratores de Goiânia, tendo como base o Teatro do Oprimido, criado pelo dramaturgo Augusto Boal, na década de 70 (veja box).
O trabalho ainda está no começo. Só existe desde setembro do ano passado, no Centro de Atendimento Sócioeducativo (CASE), no setor Vera Cruz, no Centro de Integração do Adolescente (CIA), no setor Marista, e no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. As atividades são aplicadas pelo Colégio Vida Nova, que fica dentro do CIA e é responsável pelas medidas sócioeducativas dos adolescentes.
Mas os resultados já estão aparecendo. Desde que o método foi implantado, a maioria dos internos tem apresentado um comportamento diferente, mais colaborativo, menos tenso, considerando, claro, a situação de marginalizados em que esses meninos se encontram. Já foram realizadas duas apresentações abertas, chamadas de Cena Fórum. A primeira delas foi feita no próprio CIA para familiares e autoridades militares.
A outra alcançou uma platéia maior, no teatro da Universidade Católica de Goiás (UCG), no dia 30 de junho. Na ocasião, seis internos atuaram numa cena conhecida por todos eles, regada de truculência policial e uma carga de violência trazida pela própria experiência de vida, em que três deles faziam o papel dos detidos, dois representavam os policiais e um o delegado.
Dentro desta concepção teatral, as histórias dos adolescentes são postas no palco depois de um longo trabalho de preparação, em que eles próprios desenvolvem falas e gestos, com a ajuda do professor. É como se a linguagem violenta à qual estão acostumados se espremesse até que daí fosse sugerida uma alternativa mais humana. Isso porque os participantes mostram o não raro horror da conduta policial, mas também enxergam a sua própria violência. O resultado está na reflexão posterior, em que descobrem neles mesmos o valor do diálogo e do respeito mútuo.
De acordo com a pedagoga Luciene Pinheiro, diretora do Colégio Vida Nova, o método do Teatro do Oprimido é um espelho para o qual o aluno se volta e vê seu potencial positivo. "Logo de cara me encantei com a metodologia dialógica, em que todos têm voz, permitindo o aluno trazer sua vivência real para ser reproduzida e analisada em cena". Outro entusiasmado com o projeto é o professor Robson Parente, o responsável direto pela implantação do método nas três instituições. É ele quem dá as aulas para os internos, forma os grupos e dialoga com os garotos toda a criação das cenas que serão trabalhadas.
Persistência
Ninguém é ingênuo a ponto de achar que as medidas sócioeducativas farão dos internos um time de anjos. Mas também não dá para descartar a possibilidade de mudar a perspectiva de muitos deles. É assim que pensa Parente. Ele foi contratado pelo Colégio Vida Nova, no começo de 2008, depois de muita gente ter recusado o cargo ao saber que era para trabalhar com adolescentes infratores.
Parente, no entanto, aceitou o desafio seguindo a filosofia do fazer primeiro para avaliar depois. "Sou profissional do teatro há 25 anos, e quando fui chamado pela Luciene eu disse a ela que ia tentar. Nos primeiros seis meses, tentei várias vezes os métodos tradicionais da linguagem teatral. Mas nada dava certo. Os alunos não se interessavam e diziam que teatro era coisa de mocinha", lembra.
Os resultados de suas aulas não estavam atingindo aquilo que ele mesmo propunha como produtivo. Foi quando descobriu que o Centro do Teatro Oprimido, com sede no Rio de Janeiro, daria um curso de formação de professores na cidade de Anápolis. Parente propôs a Luciene a adoção do método. Ela aceitou na hora. Os dois foram fazer o curso, que começou no fim de agosto de 2008, e já em seguida criaram os grupos nas unidades sócioeducativas, com apoio dos respectivos diretores.
A apresentação realizada na UCG, nove meses depois, revelou não apenas o sucesso do parto saudável de uma ideia boa, mas também a vontade da própria universidade em levar adiante o projeto das apresentações. "Eles demonstraram interesse em estabelecer parceria conosco, para fazermos uma apresentação lá a cada seis meses", diz Parente.
Até agora, ele já montou quatro grupos com mais ou menos seis integrantes cada. Desses, um se desfez, em função do término das penas educativas dos participantes. "Pelo que sei, nenhum deles se meteu em confusão e segue normalmente suas vidas", comenta Parente. Os outros três grupos continuam as atividades. Para dar certo, o trabalho teatral com os alunos leva seis meses para cada grupo, da concepção inicial até a Cena Fórum. "Primeiro, eles fazem jogos corporais, sem fala, em seguida trabalham a escrita. Meses depois, desenham as cenas, e por último vem a criação das falas, sempre com liberdade para improvisar em cima", explica Parente.
No CIA, há 40 internos e no CASE, 29. A grande expectativa do professor é que cada vez mais os garotos procurem se integrar ao grupo teatral (porque ninguém participa por obrigação). "Espero que quando saírem daqui consigam ser cidadãos preparados para o grande teatro da vida, sem cabeça curvada, sem violência, com dignidade e respeito." Mas todo esse trabalho pode ir por água abaixo. Como Parente não é funcionário concursado do estado, seu contrato especial está se encerrando agora em agosto, e o teatro nos centros socioeducativos corre o risco de ter de fechar as cortinas por falta de um profissional da área.
Articulador de ideais
O Teatro do Oprimido chegou às unidades sócioeducativas do CIA e do CASE como mais um instrumento de inclusão dos menores infratores. O objetivo é dar a esses jovens excluídos uma oportunidade de enxergar qual é o ponto crucial para a vivência em sociedade. Em Goiás, uma das pessoas que mais lutam pelo processo de inclusão social é o médico psiquiatra e cineasta Lourival Belém, que há décadas está engajado nas questões sócio-políticas e ambientais do Estado. Segundo ele, a sociedade vai mal, o Estado vai mal, e o indivíduo, muito estimulado a ser autônomo do restante do corpo social, também perdeu suas referências e por isso não anda muito bem.
A solução, diz Belém, é o resgate da cidadania de todos. "As pessoas precisam aprender a se preocupar mais com os outros e deixar de excluir por qualquer motivo. Um doente mental não pode ser descartado como lixo, um garoto em medida de internação precisa ser olhado com a perspectiva de que ainda pode ser recuperado", diz. Quando ficou sabendo que a técnica do Teatro do Oprimido seria aplicada nas aulas dos internos, Belém foi o primeiro a aplaudir a iniciativa. E por causa disso, fez muitos elogios à diretora do Colégio Vida Nova, Luciene Pinheiro, e ao professor Robson Parente. Nesse projeto, ele faz o papel de articulador de ideias.
Acostumado às linguagens de representação artística, como o teatro e o cinema, Belém sabe que o apelo teatral é um excelente aliado quando se quer mostrar as verdades que muita gente não quer ver. "É a grande chance de todo mundo se ver, porque será levada para o palco a vida dos internos, incluindo a experiência com os pais, policiais e com toda a sociedade", diz. Uma das ideias que ele trouxe para agregar ao projeto é a realização de um documentário sobre o processo de exclusão social em Goiânia, colocando Teatro do Oprimido no centro da questão. O filme será produzido por ele e dirigido por dois jovens cineastas, Cristiane Leão de Castro, 26, e Luiz Alfredo Baptista, 25.
Na tela do cinema
O documentário sobre exclusão e marginalidade na Capital goiana está sendo rodado nas carceragens, com uma possível abordagem dos problemas nas ruas também. De acordo com Luiz Alfredo Baptista, diretor do filme junto com Cristiane Leão de Castro, já existem 50 horas filmadas, mas o objetivo é ter o dobro desse tempo. Uma das razões que levaram os dois jovens ao projeto foi a vontade de intervir na vida social da cidade. Para eles, a intervenção artística, seja por meio do cinema, da música, da literatura ou do teatro, tem um potencial enorme de transformação. "Goiânia está se tornando uma pequena São Paulo pelo que existe de negativo, com a explosão demográfica e o surgimento de vários focos de pobreza extrema", diz Baptista.
Mas por enquanto, ainda dá para mudar, esta é aposta do jovem cineasta, que vê no Teatro do Oprimido um instrumento de grande força modificadora da realidade. Cristiane também pensa como ele. Foi essa crença na recuperação do ser humano que levou os dois a filmar o trabalho de Luciene Pinheiro e Robson Parente, no Núcleo de Custódia, no CIA e no CASE, para mostrar, quadro por quadro, a força da representação teatral.
Junto com os dois jovens, Belém criou um grupo chamado Cenáculo Campo Livre, que vai realizar vários outros projetos no complexo prisional de Aparecida de Goiânia. Entre eles está o Imagens Aprisionadas, uma oficina de fotografia no presídio feminino para melhorar a auto-estima das mulheres, já com data para ser realizado. Serão cinco sessões de fotos, toda terça-feira, a partir do dia 14 de julho, em que as próprias encarceradas vão escolher a caracterização de suas fotografias.
Boal, o coringa do teatro
Augusto Boal (1931 - 2009) é o grande ícone do teatro brasileiro. O que ele fez pelas artes cênicas no Brasil servirão como diretriz para atores e diretores ainda por muito tempo. Um dos fundadores do teatro de Arena, com montagens antológicas, como Arena Conta Zumbi, em 1965, e Arena Conta Tiradentes, em 1967, Boal trouxe para os palcos uma nova linguagem ao criar o Teatro do Oprimido. Essa metodologia de expressão cênica procura resgatar a dignidade de pessoas ou grupos que se encontram em situação de opressão. Com o teatro e a militância político-social, Boal ganhou projeção internacional. Em 2009, ano em que morreu, fora nomeado embaixador mundial do teatro pela UNESCO, além de ter sido indicado ao Prêmio Nobel da Paz. O principal propagador de sua obra é o Centro do Teatro do Oprimido. Para mais informações do CTO, acesse www.ctorio.org.br.
Nada pra fazer, uma cerveja e bons fluidos numa final de libertadores.
1º tempo
- esse fábio é um puta goleiro hein? Impressionante a tranquilidade desse cidadão. Pois é, sabe onde ele foi revelado? É... no vasco........ como meu time tem a capacidade imensa de desperdiçar e perder bons jogadores, eu não sei.
-agora, eu ainda não vi os gols do ronaldo. Mas uma coisa eu falo: minha seleção tem ronaldo. Inicio hoje um movimento energético praquele pançudo entrar e forma e jogar mais uma copa. Eu sei, é absurdo, não é? Poisentão: ronaldo na seleção. E tenho dito. Nos vemos daqui a 11 meses exatos.
update 23:04
Nunca tinha sacado direito o som dos caras.
Por pura escolha. Acho que até um cadinho de preconceituosa ela tinha.
Aí me encontrei com o Sticky Fingers.
Que isso, que maravilha de som.
Só conhecia o rolling stones rock.
Esse cd é muito bom.
Em especial, Can't you hear me knocking
Parece até título do pink floyd.
Não sabia desta sonoridade psicodélica jazzística metálica.
Sonzera mesmo.
Aconteceu.
Saiu a nomeação do concurso em que passei.
Dentro de poucos dias mudarei, novamente, todo o rumo dessa caminhada.
Estou feliz, bastante, mas muito melancólico...
Tantas coisas que construímos nesses 2 anos e meio de Cepaigo, que me saltam à ideia.
Não consigo assimilar toda essa jornada, todas as batalhas, as vivências, as amizades, as cachaças, a proximidade.
Isso tudo graças a duas pessoas que me faltam palavras.
Cris e Belém, muito obrigado.
Em nenhum momento sequer imaginei que me sentiria tão triste, saindo da prisão...
"Você não entende porque a gente chora diante da beleza? A resposta é simples. Ao contemplar a beleza, a alma faz uma súplica de eternidade.Tudo o que a gente ama e deseja existe sob a marca do tempo. Tempus fugit. Tudo é efêmero. Efêmero é o pôr-do-sol, efêmera é a canção, efêmera é a casa construída para o resto da vida. A gente chora diante da beleza porque a beleza é uma metáfora da própria vida."
é... chove.
como não me lembro,
de ter havido em junho;
já se somam em dois.
nas janelas, as pessoas estão a olhar,
e indago se se assombram como eu.
No meio do café ruidoso, sem ninguém,
por companhia, está sentado um velho. Tem
à frente um jornal e se inclina sobre a mesa.
Imerso na velhice aviltada e sombria,
pensa quão pouco desfrutou as alegrias
dos anos em vigor, eloquência, beleza.
Sabe que envelheceu bastante. Vê, conhece.
No entanto, o seu tempo de moço lhe parece
ser ainda ontem: faz tão pouco, faz tão pouco...
Medita no quanto a Prudência dele rira,
em como acreditara sempre na mentira
do "Deixa para amanhã. Há tempo." Que louco!
Pensa nos ímpetos que teve de conter,
nas alegrias frustras por seu tolo saber,
que cada ocasião perdida agora escarnece.
Porém, tanto pensar, tanta recordação,
põem o velho confuso, e sobre a mesa, então,
daquele café, debruçado, ele adormece.
porra, os caras fazem festa
os estádios e o gramado estão ótimos
o nível dos jogos está muito bom
é um prazer ver a copa das confederações
mas veja...
puta que pariu
vão se fuder
enfiem as cornetas no cu seus abelhudos